Xiaomi brinca com proibição do iPhone sem carregador no Brasil

Um dia antes do lançamento do iPhone 14, a Apple foi proibida de vender celulares no Brasil sem carregador na caixa. A situação, que já está ganhando repercussão global, serviu de combustível para as concorrentes da marca no nosso país. Empresas como Xiaomi e Realme fizeram publicações brincando com a situação e divulgando seus produtos.

A Xiaomi Brasil fez uma publicação no Twitter sem mencionar a Apple diretamente, mas fazendo alusão ao processo envolvendo os iPhones sem carregador. “Se o celular que você queria comprar hoje, foi proibido de vender, lembra de mim, tá?!”, diz a mensagem da empresa, acompanhada de uma imagem do carregador turbo da companhia.

A imagem também ressalta que o carregador rápido vem incluso na caixa do Xiaomi 12 e que o equipamento consegue alimentar 50% da bateria do smartphone em menos de 20 minutos. A imagem ainda aponta que o acessório funciona com outros produtos, incluindo laptops.

A postagem, no entanto, gerou alguns comentários negativos de usuários do Twitter. Recentemente, a Xiaomi lançou na Índia o Redmi Note 11S, celular intermediário que vem sem um carregador na caixa. No Brasil, um celular do ano passado, com as mesmas especificações, é vendido como Redmi Note 10S, trazendo uma fonte de alimentação inclusa na caixa.

Realme também entra na brincadeira
Além da Xiaomi, outra fabricante que entrou na brincadeira foi a Realme. A empresa chinesa, que tem planos ambiciosos para o Brasil, disse que segue vendendo celulares no país normalmente. “Nosso carregador nunca saiu da caixa”, diz o tweet da companhia.

Enquanto os modelos vendidos no Brasil contam com carregador, a empresa também já lançou produtos sem o acessório na embalagem. Um dos exemplos é o Narzo 50A Prime, disponibilizado no exterior neste ano. A Oppo, empresa que faz parte do mesmo grupo que a Realme, também disse recentemente que vai lançar cada vez mais celulares sem o carregador de parede incluso.

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